segunda-feira, 6 de julho de 2015

Salve Frida Kahlo / Salve o Estatuto da Pessoa com Deficiência

No dia em que o Estatuto da Pessoa com Deficiência é sancionado aproveitamos para homenagear Frida Kahlo, que nasceu na mesma data, em 1907. A pintora mexicana que transformou as angústias de sua condição de pessoa com deficiência em arte foi um ícone artístico e referência para o feminismo no mundo.
Quando criança, Frida contraiu poliomielite que deixou uma lesão no seu pé esquerdo, e ganhou o apelido de ‘Frida perna de pau’. Mais tarde, em 1925, a artista sofreu um acidente em que teve múltiplas fraturas e precisou fazer 35 cirurgias. Foi nesse período, em que ficou presa à sua cama e com problemas na coluna, que começou a pintar e retratar suas angústias e frustrações em suas criações.

Frida foi uma mulher a frente do seu tempo! Viva a superação das barreiras! Viva o Estatuto da Pessoa com Deficiência!

Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência


Luana Lourenço e Paulo Victor Chagas - Repórteres da Agência Brasil Edição: José Romildo
Lei de Inclusão prevê prioridade no atendimento
em  órgãos  públicos     Arquivo/Agência  Brasil





3 Salão de Negócios da Acessibilidade Reabilitação e Inclusão SocialA presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (6) a Lei Brasileira de Inclusão – Estatuto da Pessoa com Deficiência, espécie de marco legal para pessoas com algum tipo de limitação intelectual ou física.

O texto, aprovado em junho pelo Congresso Nacional, classifica o que é deficiência, prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e dá ênfase às políticas públicas em áreas como educação, saúde, trabalho, infraestrutura urbana, cultura e esporte para as pessoas com deficiência. 

O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas, disse que o estatuto vai consolidar e fortalecer o conjunto de medidas do governo direcionadas às pessoas com deficiência, mas disse que o cumprimento da lei também será responsabilidade de estados e municípios.

“Agora, com o estatuto, temos uma legislação que precisa ser implementada na sua integralidade. Não é só uma responsabilidade da União, é também [responsabilidade] dos estados, municípios e da sociedade zelar pelo cumprimento do estatuto”, avaliou. “O Brasil se insere entre os países que têm legislação avançada e importante na afirmação dos direitos da pessoa com deficiência”, acrescentou.

O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), 
Flávio Henrique de Souza, lembrou que o Brasil tem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e disse que a entidade vai cobrar e fiscalizar o cumprimento do estatuto. “O Conade estará atento a todas as questões, porque essa é uma etapa que conquistamos junto com o governo. Essa conquista não é boa somente para as pessoas,  para o Brasil, porque o Brasil mostra que tem discussão, tem acesso, tem parceria e que essa pauta coloca as pessoas com deficiência, de uma vez por todas, dentro do tema dos direitos humanos.”

Entre as inovações da lei, está o auxílio-inclusão, que será pago às pessoas com deficiência moderada ou grave que entrarem no mercado de trabalho; a definição de pena de reclusão de um a três anos para quem discriminar pessoas com deficiência; e ainda a reserva de 10% de vagas nos processos seletivos de curso de ensino superior, técnico e tecnológico para este público.

Para garantir a acessibilidade, a lei também prevê mudanças no Estatuto da Cidade para que a União seja corresponsável, junto aos estados e municípios, pela melhoria de condições de calçadas, passeios e locais públicos para garantir o acesso de pessoas com deficiência.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Uma história pra contar - Eu serei as tuas pernas


Ali na Marginal, junto à praia,
encontrei um casal
que tanto se riam
e como brincavam!
De repente,

Ele baixa-se até ficar de joelhos

em frente a Ela,

sentada na cadeira de rodas

segura-lhe o rosto

com as duas mãos

aproximam os lábios

e beijam-se.

longamente...

Ela depois diz-lhe qualquer coisa

que eu não entendi.

Ele faz que sim

E beija-a de novo.

Depois abraça-a

e começa a levantar-se,

sempre abraçados,

até ficarem de pé.

Seguros um no outro

juntos

Ele roda sobre si

Ela a deixá-lo virar-se

até que fica de costas.

Ele flexiona ligeiramente as pernas

Ela agarra-se ao seu pescoço

e sobe para as costas dele.

Ele segura as pernas magras dela

e vão para a praia.

Os dois

ignorando o mundo 

mas amando-se muito,

misturaram as suas pernas

e os seus corações.

Eram um só!

Eu fiquei apaixonado também

vendo os dois

sorrindo para a Vida! 

Autor: João Pessoa

domingo, 14 de junho de 2015

Campanha - Suzany Martins Ramalho

Hoje estou aqui por um motivo muito especial, venho divulgar a campanha de um amigo muito querido e íntegro. Segue a historia abaixo. Quem se sensibilizar e puder ajudar é só falar comigo ou com o próprio Marcelo Moryan, segue abaixo! 

"É preciso saber que onde você está é o melhor lugar no mundo, porque você está lá. E não podemos nos separar da realidade do outro. Ou ganhamos todos juntos ou perdemos todos."

Entrevista da Monja Cohen para o jornal A Gazeta



MEUS SONHOS...
Já faz um tempo que parei de SONHAR SOZINHO... vi que os meus SONHOS não cabiam todo mundo... que de uma certa forma eles beneficiavam mais a mim que os outros...
E muitas vezes realizar um Sonho requer apenas alguns minutos de atenção com o outro... uma conversa amiga por exemplo... Quantos por aí não se confortam apenas em saber que não estão sozinhos? Aos poucos tenho me colocado mais no lugar do OUTRO que no meu devido lugar... e isso todos sabemos NÃO É TAREFA FÁCIL.... Mas quando conseguimos torna-se o “CÉU” que experimentamos em NÓS.
Em minha caminhada aos poucos vou realizando alguns SONHOS JUNTOS... muitos sem precisar de exposição... uma conversa aqui... outra ali... um sorriso... um abraço... ou mesmo horas ouvindo a quem só precisar chorar... desabafar e renovar-se....
HOJE PELA PRIMEIRA VEZ EXPONHO UM DESSES SONHOS... O Sonho de uma amiga, SUZANY MARTINS RAMALHO que mora em Mossoró – Rio Grande do Norte....
Suzany é mãe de 02 filhos, desempregada e foi atropelada por um motorista embriagado e hoje luta por uma Prótese que custa R$ 6.000. Ela tem tentado por todos os meios conseguir realizar este Sonho... e entendo.... que se estou no caminho da SUZANY... este também é o meu Sonho...
Quando Criança ouvia muito uma música do Roberto Carlos “EU QUERO APENAS” .... em que ele dizia:
“Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar”
ENTÃO AMIGOS... EU QUERO APENAS 100 AMIGOS QUE DOEM R$ 60,00 E ME AJUDEM A REALIZAR ESTE SONHO...
Por se tratar de uma Campanha Privada e séria passarei o número da Conta INBOX... que está em nome da SUZANY
Seja qual for o valor arrecadado prestarei conta INBOX detalhadamente aos participantes... e com a ajuda de DEUS em breve postarei uma foto antes e depois da SUZANY já com a Prótese...
COMPARTILHEM COM OS AMIGOS POR FAVOR...
Bjs na Alma para Todos!!!!




sábado, 28 de março de 2015

"Saudade é o amor que fica"


Alguns dias atrás li um artigo e gostaria de dividir com vocês o sentido que ele deu pra minha vida: quando penso na palavra amor vem à minha mente - doação, retribuição, transformação - fazer o bem.
E a saudade?
"Saudade é o amor que fica" - palavras de uma criança com câncer terminal relatada pelo seu médico numa conversa entre os dois. Depois disso o médico disse que mudou de conduta com seus pacientes, ele diz que hoje ouve muito mais o que eles têm a dizer. Só quem tem a sensibilidade à flor da pele recebe a entrega de todo o amor transformador desse anjo que agora está nos braços do pai! 



28/03/15 - Elaine Chieppe

quinta-feira, 5 de março de 2015

Saia do Trivial - Sempre Existe uma Alternativa

Quando li esta matéria a primeira coisa que veio a minha cabeça foi: quando você achar que não existe uma saída se REINVENTE, saia do trivial. Use a imaginação, o bom humor - como o próprio nome da peça de Nando Bolognesi diz: Se Fosse Fácil, Não Teria Graça. Leia abaixo e quem puder assista a peça!


No fim da década de 80, o paulistano Nando Bolognesi levava a vida entre a faculdade, as baladas e o futebol. Durante um intercâmbio na Europa, percebeu que seu corpo não respondia a estímulos imediatos. Primeiro, ele encontrava dificuldade para se equilibrar em uma escada rolante. Logo depois, a desenvoltura com a bola nos gramados parecia coisa do passado e até usar um desodorante se transformou em uma árdua tarefa. Portador de esclerose múltipla, Nando buscou a reinvenção e, dali em diante, não parou de se superar. Aposentou o diploma de economia, virou ator e palhaço e, 25 anos depois do diagnóstico, transita entre o cômico, o trágico e o documental na peça Se Fosse Fácil, Não Teria Graça, em cartaz no Teatro Eva Herz em São Paulo, nas terças, às 21h. Parafraseando a stand-up comedy, o autor e também diretor, hoje com 46 anos, recorreu ao humor e a uma boa dose de otimismo para criar a própria sit-down tragedy. Ele não poupa a si mesmo e arranca risos e lágrimas da plateia através de histórias da convivência com as limitações impostas pela doença degenerativa.

Nando Bolognesi em “Se Fosse Fácil, Não Teria Graça”: 
terças-feiras no Eva Herz (Foto: Ana Mesquita)


Fonte: Veja São Paulo - Postado em 02/03/2015 por Dirceu Alves Jr em Blog do Dirceu Na platéia

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Uma História de Superação

Olá, me chamo Vanderleia, mas carinhosamente sou conhecida como Léinha Santos. 
Sou a caçula de 5 irmãos, aos 8 anos fui diagnosticada com uma patologia conhecida como distrofia muscular do tipo cinturas. Tive que aprender a conviver e superar as dificuldades muito cedo.
Fui criada apenas pela minha mãe e meu irmão mais velho (Adriano), que sempre ajudou na minha criação e educação, além da minha mãe ele é uma das pessoas quel eu tenho maior respeito e admiração.
No inicio não foi fácil lidar com tanta dificuldade e informação, até porque tenho na família uma irmã (Vanessa) com a mesma patologia (Distrofia muscular) a distrofia muscular não tem cura nem tratamento medicamentoso, e humanamente falando a medicina praticamente me desenganou.
Dos especialistas que passei ao longo da minha vida, sempre ouvi a mesmas coisas, sempre me falaram tudo que essa doença iria me “roubar” e tudo que eu não seria capaz de fazer.
Mais uma vez fui forte e me preparei para a vida da melhor forma possível, pois essa doença poderia me “roubar” qualquer coisa, mas nunca aceitei que “ela” me roubasse a vontade de viver e meu sorriso. Hoje aos 26 anos posso dizer que ainda não alcancei metade dos meus objetivos, mas que até aqui, tive grandes transformações e conquistas, a mais valiosa delas é estar fazendo a faculdade que tanto sonhei, Pedagogia.
Escolhi a pedagogia por diversos motivos, um deles é ajudar na formação de cidadões conscientes e capazes de construir uma sociedade melhor, mas também para que meus esforços e meus conhecimentos sejam totalmente voltados a educação especial.
Gosto de gente, sou fascinada pelo trabalho social e de alguma forma sei que poderei fazer a diferença na vida das pessoas dando meu testemunho e minha contribuição como futura professora. Eu já estive do outro lado, sei como é difícil ingressar uma criança com deficiência em uma escola publica, se nos dias atuais é difícil, imagina à 15 anos atrás!? Onde pouco se falava sobre inclusão social. Por isso, até aqui me considero uma vencedora! Não que eu seja modelo para alguém, ou exemplo, como muitos costumam me rotular. Prefiro servir de inspiração, pois até aqui tive muitas pessoas como referência e inspiração, professores, amigos, cuidadores, fisioterapeutas…    Enfim, muita gente que passou pela minha vida e deixou suas contribuição como pessoa.
Hoje aprendi e aprendo todos os dias a enfrentar os meus medos e frustrações. Me sinto viva, útil e forte. Sou sensível por natureza, mas forte por imposição! Tenho jeito de menina, mas força de mulher. Tenho poucas pessoas ao meu lado, mas pode ter certeza que esses “poucos” valem muito. Sou grata acima de tudo, à Deus por não ter desistido de mim, e me dado uma nova chance e um novo vigor, todas às vezes que pensei em desistir.
Sou cadeirante e tenho um orgulho imenso disso, posso dizer até que é uma honra  poder ser cadeirante, essa luta não é pra qualquer um! Só posso dizer para todos aqueles que me olhavam sem nenhuma perspectiva de vida: Vocês estavam enganados! Eis-me aqui, firme e forte e na luta. Ainda há muito para conquistar, mais até aqui, estou bem, estou feliz…
Entrego, aceito, confio e agradeço!
Obrigada Deus por tudo!
Texto e foto enviados por: Vanderleia Santos e retirados do site Eu Supero - Histórias de Superação

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Que venham boas novas!


O ano de 2014 chegou ao fim e com ele o balanço de muitas lutas, contradições e por isso sempre cheio de muitas surpresas. E para 2015 desejo aos meus amigos, família e leitores do blog a  I N S P I R A Ç Ã O necessária para atingirem suas metas, que suas prioridades sejam revistas, que você encare a V I D A com mais L E V E Z A, que você tenha M A T U R I D A D E para entender que os pontos de vista diferentes chegam a nós para nos tornarmos pessoas melhores, mais interessantes e que tudo isso seja feito sempre com uma pitada de muito A M O R e D O A Ç Ã O. Então, A V A N T E porque a vida não pára!

31/12/14 - Elaine Chieppe

domingo, 21 de dezembro de 2014

Ação de Conscientização - Trânsito para Cadeirantes - Parou ganhou!

Há dois meses atrás recebi um pedido da Mariana Cabrera Liguori - aluna do 8 semestre de Comunicação Social - Propaganda e Marketing da ESAMC Sorocaba para divulgar um trabalho acadêmico de uma matéria intitulada“Below the Line” sobre a conscientização do uso inadequado das vagas de trânsito reservadas para cadeirantes. O vídeo foi criado através de uma ação realizada nas ruas de Sorocaba onde foram abordadas pessoas não cadeirantes que utilizam estas vagas.  O objetivo do trabalho é aproximar as pessoas da realidade dos cadeirantes no trânsito do nosso país divulgando o vídeo em um maior número de canais/redes sociais, que tenham relevância para abordar esse problema na sociedade. Parabéns à turma pelo trabalho relevante e cada vez mais necessário já que hoje os cadeirante estão nas ruas, trabalhando, estudando e vivendo suas vidas de uma forma plena e real.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mais uma para a lista de perrengues de uma cadeirante

Eis a madame que vos fala resolve bater perna no Shopping Vila Velha (Shopping inaugurado recentemente aqui no Estado). Tudo transcorria tranquilo até quando me dirigi ao elevador para descer rumo ao meu buzu. O único elevador do shopping não estava funcionando mais. O segurança acionou a equipe de resgate e prontamente eles apareceram para me socorrer. A descida teria que ser realizada pela escada rolante. Momentos de tensão. Conversamos um pouco qual seria a estratégia para a mais esperada e agonizante descida (a sensação que eu tinha é que quando chegasse lá embaixo ia cair eu e os homens do resgate, estatelados no chão). Esse meu pavor todo é por eu estar na cadeira de rodas motorizada que em casos como este gera uma total insegurança. Esse tipo de cadeira é muito pesada e se precisar fazer uma manobra braçal mais rápida se torna impossível. Mas finalmente transcorreu " tudo bem", cheguei ao térreo inteira fisicamente mas em pedaços com a situação, uma mistura de insegurança e constrangimento, abalada emocionalmente. Isso que dá colocar um shopping inacabado para funcionar, com uma estrutura gigante e apenas um elevador em funcionamento. Mais uma para a lista de perrengues de uma cadeirante que não se limita e não se cansa de detectar e denunciar lugares despreparados e inacessíveis.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

E eu estava lá - Rua Sete - confiram meu relato rumo à acessibilidade

Torcida em Vitória tem inglês de malas prontas e artistas plásticos

Rua Sete e Triângulo ficaram tomados por torcedores em jogo do Brasil.
Artistas registraram em pinturas toda a tensão dos capixabas.

Geovana ChrystêlloDo G1 ES
Torcedores festejaram vitória brasileira, Rua Sete, Centro (Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)Torcedores festejaram vitória brasileira, Rua Sete, Centro (Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)
















As ruas e Vitória ficaram coloridas de verde e amarelo na tarde deste sábado (28). No Triângulo e das Bermudas, na Praia do Canto, e na Rua Sete, no Centro da capital, centenas de pessoas se reuniram para torcer pela seleção brasileira, que disputava seu quarto jogo, já na etapa decisiva das oitavas de final.
Os ingleses Eliot e Kyle aguardavam a vitória brasileira Espírito Santo (Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)Ingleses Eliot e Kyle aguardavam a vitória brasileira
(Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)
No meio de tantos brasileiros ansiosos pelo resultado, os ingleses Eliot Byrne e Kyle Donald também torciam pela seleção canarinho. “Viemos para assistir à Copa. Vimos dois (jogos) nos estádios, em Manaus e em Belo Horizonte. Como a Inglaterra foi eliminada, decidimos vir a Vitória e estamos torcendo pelo Brasil, esperando gols do Neymar e do Fred”, disseram.
O americano Daniel Levy mora há três meses em Vila Velha, onde dá aulas para um time de futebol americano. O professor disse estar encantado com a simpatia dos capixabas. “ Muito doido”, brincou. Quanto a uma possível disputa entre as seleções brasileira e a norte americana, Levy não hesitou ao dizer sua preferência. “Gosto do Brasil, estou torcendo porque estou morando aqui, mas se eles pegaram os americanos, com certeza vou torcer para a seleção dos Estados Unidos”, disse. 
Centro de Vitória, os torcedores também fizeram a festa. Apesar das limitações físicas, a Jornalista Elaine Chieppe, comprometida por uma distrofia muscular, comemorou a vitória do Brasil. Porém, mesmo feliz com o clima, a jornalista reclamou das dificuldades sofridas. “ Venho porque curto futebol, curto esse clima de Copa do Mundo, mas precisa ter mais acessibilidade em todos os sentidos. Não há rampas e os banheiros são muito ruins. Tive que percorrer quase a rua toda, porque, no primeiro banheiro, a cadeira nem passava pela porta”, contou.
Foto do arquivo particular de Elaine Chieppe


Diário da Copa

Além dos olhares direcionados aos diversos televisores e telões, dois artistas plásticos analisavam detalhadamente a reação dos torcedores.
Por meio de desenhos, os professores de artes da Universidade Federal do Espírito Santo(Ufes), Julio Tigre e Fernando Augusto, registravam as expressões do público e, a partir disso, confeccionavam o ‘Diário da Copa’. “Eu eu o Júlio combinamos de não assistir aos jogos, porque, na minha opinião, houve muito desmando, então decidimos desenhar e fazer um resumo de tudo. Viemos nos três jogos do Brasil na Rua Sete e vamos continuar até onde a seleção conseguir chegar”, disse Fernando.
Segundo Fernando, mesmo com o intuito de não assistir aos jogos, o clima acabou o contagiando. “Gosto de futebol. Tentei desenhar de costas para a televisão, mas não consegui. A ideia era não assistir, mas acabei sendo contagiado”, disse.
Artistas plásticos confeccionavam 'Diário da Copa' durante jogo Espírito SANTO (Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)Artistas plásticos confeccionavam 'Diário da Copa' durante jogo Espírito SANTO (Foto: Geovana Chrystêllo/ G1)

terça-feira, 3 de junho de 2014

AME - Amiotrofia Muscular Espinhal ou Distrofia Muscular

Um documentário sobre a AME - Amiotrofia Muscular Espinhal também conhecida como Distrofia Muscular, relatado por especialistas, pais e também pelo próprio portador. Um vídeo dividido em três momentos que explica de forma clara o que é, formas de tratamento e como lidar com a doença que para muitos ainda é desconhecida. De extrema importância para os profissionais da área da saúde que lidam principalmente em situações de emergência com pessoas que tem AME e que na maior parte das vezes desconhecem o assunto.

AME - Amiotrofia Muscular Espinhal ou Distrofia Muscular