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Faça acontecer


A vida exige que sejamos pessoas com habilidades de nos relacionar, de compreender e respeitar o limite de cada um. E isso só será possível quando o olhar para a diversidade for uma fonte de relações prazerosas e frutíferas. Dar abertura para novas oportunidades é um aprendizado de receber e reconhecer o outro como ele é. 

30/04/11 - Elaine Chieppe

Comentários

  1. Olá Eliane! Vim desejar de coração que esta serenidade que vejo em seu rosto, seja vivida no seu dia a dia! Bom fim de semana, amiga!Bjus. josi

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  2. Elaine, fico a espera das novidades, pois não entendi nada, rs
    bjs e bom fim de semana
    Jussara

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  3. Olá Josinete, com a correria do dia a dia nem sempre é possível mantermos a serenidade mas procuro colocá-la como um dos meus lemas de vida. Mesmo porque somos uma mistura de sentimentos. É o que nos move e nos dá vida. Um bom fim de semana pra você também.

    Jussara, não se preocupe. Talvez seja pra não entender mesmo. Escrevo por puro desabafo, as minhas ânsias, apegos e desapegos. E aqui nesse espaço nem sempre a coerência se torna um fator relevante pra mim. Um bom fds pra você também.

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  4. E que essas mudanças que estão para vir seja o inicio da força que mora em seu corpo frágil. Te admiro muito, minha amiga guerreira. Não pela matéria, mas pela alma que habita em ti.

    Beijos e boa semana.

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  5. Kekel minha amiga virtual, obrigada pelas palavras de apoio e força sempre.

    Bjos no coração e uma boa semana pra ti também.

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  6. Oi, Elaine! Como imaginei que ia acontecer, adorei seu blog.

    Para deixar algumas considerações:

    * como eu disse no e-mail, todos nós temos nossas limitações. Mas somos tão orgulhosos que preferimos nos "esquecer" disso. Talvez por isso as limitações físicas sejam tão "estranhas" aos "normais": elas nos forçam a lembrar que não, não somos perfeitos, muito menos melhores ou piores que os outros.

    * fico muito p. da vida quando vejo as pessoas pensando em acessibilidade como se fosse um "privilégio" dos deficientes físicos. Mais uma vez nos esquecemos que não somos donos de nossa história e que, ainda que temporariamente, podemos precisar daquilo que sempre desmerecemos.

    * vou me exemplificar: quando eu estava grávida, não sei se vc lembra o tamanho da minha barriga, eu simplesmente tinha MUITA dificuldade de subir no ônibus. Depois que meu filho nasceu, percebi uma dificuldade muito maior: as pessoas simplesmente ignoram (ou fazem questão de ignorar) o que significam as rampas de acesso. E lá ia eu, atravessar uma das ruas mais movimentadas do bairro, com o carrinho de bebê, e NUNCA, repito, NUNCA a rampa estava livre. Sempre tinha alguém estacionado "só um minutinho". Isso quando eu ENCONTRAVA uma rampa.

    No mais, boa noite, fique com Deus, e que venham muitas boas mudanças para você!

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  7. Lindooooona...olha eu aqui novamente hehehe

    Vim por uma boa causa....olha o convite aí gente hehehee

    Estou aqui hoje pedindo para vc conhecer um trabalho lá da escola. É um blog de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) que ainda está em construção, mas acredito que sua presença lá vai dar um ânimo legal as crianças. Fuce, conheça as atividades, se possível nos siga e viva conosco essa história de inclusão.
    A postagem de hoje é:

    http://eeblmlibras.blogspot.com/2011/05/o-misterio-das-figurinhas-desaparecidas.html

    Que possamos ser merecedores de sua presença!

    BEIJOOOOOOOOOOOOS

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. Arriscar....mudanças...coisas boas....hum....tem novidade chegando e tomara que elas sejam boas para vc.Também fico na ansiedade quando algo novo está para acontecer.Quero tudo rápido e absoluto.Tenho que aprender a controlar a ansiedade.Que vc faça uma ótima escolha...........abraços e até mais

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  10. Oi Karina, fiquei muito feliz de ver um coment seu aqui. Obrigada pelas considerações. Fique com Deus você também e volte sempre.

    Kekel, vou lá conhecer o blog sim. Um bjo.

    Então Eva, é a tal da ansiedade. Obrigada pelo apoio de sempre. Abçs e até.

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  11. Oi Marilene, bem vinda ao blog sempre. Abçs!

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