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Mostrando postagens de Junho, 2012

"Maria de Rodas" em Vitória

Ontem fui no lançamento do livro "Maria de Rodas", que aconteceu no Teatro do Sesi de Jardim da Penha, aqui na cidade de Vitória. Um encontro maravilhoso onde tive o prazer de conhecer as autoras Carolina Ignarra, Tatiana Rolim, a convidada Katya Hemelrijk e a atriz Tabata Contri que realizou a apresentação.
Histórias de vida que se cruzaram num momento em comum, o da maternidade de mulheres cadeirantes. Na apresentação e depois no papo mais informal elas compartilharam experiências e deram algumas dicas que vocês profissionais da área de saúde ou aspirantes a uma gravidez sobre rodas, podem conferir no próprio livro.
Fica a dica para quem deseja conhecer, se aproximar, se informar e entender melhor o universo de um cadeirante.

"Delícias e desafios na maternidade de mulheres cadeirantes"

Por Ludmila Pecine, com a colaboração de Rayssa Santo     O livro "Maria de Rodas - Delícias e desafios na maternidade de mulheres cadeirantes" será lançado  nesta quarta-feira (27) no Teatro do Sesi, em Jardim da Penha, às 20 horas.
Com experiências compartilhadas por mulheres cadeirantes, a obra narra acontecimentos, desafios e dicas que incentivam e informam mulheres com deficiência e profissionais da saúde sobre a gravidez de cadeirantes. O lançamento do livro conta com a participação das autoras, que vão distribuir autógrafos durante a noite. A obra partiu da autora Tatiana Rolim, que convidou as amigas Flávia Cintra, Carolina Ignarra e Juliana Oliveira para escrever sobre o assunto. Para a coordenadora dos Serviços de Convivência para Pessoas com Deficiência de Vitória, Mariana Barbosa, esse é um tema fundamental para ser discutido no âmbito social e da saúde. "É a primeira vez que ocorre um debate sobre o assunto aqui em Vitória. É um orgulho para a cidade. É import…

Ser cadeirante...

O texto abaixo está circulando na internet e achei pertinente postar aqui. É fato e muitas pessoas desconhecem o assunto, ás vezes por não conviverem com um cadeirante e não saberem lidar com uma situação, outras por ignorância, e a maior parte por descaso e desrespeito do próprio Estado de oferecer uma estrutura adequada para que a gente possa viver com mais dignidade. Boa leitura!   Ser cadeirante é ter o poder de emudecer as pessoas quando você passa… Ser cadeirante é não conseguir passar despercebi­do, mesmo quando você quer sumir! E ser completamente ignorado quando existe um andante ao seu lado. E isso não faz sentido, as pernas e os braços podem não estar funcionando bem, mas o resto está!

Ser cadeirante é amar ele­vadores e rampas e detestar escadas… Tapetes? Só se fo­rem voadores, por favor! Ser cadeirante é andar de ônibus e se sentir como um “Power Ranger” a diferença é que você chega ao ponto e diz: “é hora de MOFAR”.


Ser cadeirante é ter al­guém falando com você como se você…

Agora que a ficha caiu

Parece que foi ontem que fui contratada pelo Vitória Apart Hospital. Dentre tantas mudanças (adaptação de setor, a compra e a chegada da minha cadeira motorizada, mudança de setor), completei um ano na empresa dia 4 de maio. Para relembrar minha trajetória clique nos links a seguir: Incansável IIncansável IIDe volta. Nesse tempo, conheci novas pessoas, aprendi com elas, fiz novas amizades. Resultado: férias. 

Agora que a ficha caiu. Sim meus caros, tenho um mês para acordar tarde, ir à praia, estar mais com a família, papear com os amigos. Vou aproveitar e fazer umas adaptações na minha postura corporal. Preciso confeccionar uma almofada mais fina para sentar na cadeira com mais conforto  (a que estou utilizando peguei da minha cadeira manual e não é nada ajustável ao meu corpo). Preciso também levar meu colete a uma ortopedia para fazer um furo na correia (quem não sabe utilizo um colete ortopédico que sustenta meu corpo - mas deixo maiores detalhes para um post exclusivo sobre o …