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Mostrando postagens de 2015

Intocáveis - um filme de almas que se encontram

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Oi gente, estou aqui para falar do filme INTOCÁVEIS que assisti hoje e fiquei super empolgada para dividir com vocês - o enredo é da história real de Fhilippe (Francois Cluzet) homem rico que sofre um acidente e fica tetraplégico. 

Depois de passar por várias contratações para assisti-lo em suas atividades diárias ele decide admitir um cara nada convencional Driss (Omar Sy), um jovem problemático e sem nenhuma experiência como cuidador. 

Porém aos poucos um passa a suprir as carências do outro ao dividirem suas experiências entre mundos tão distintos e isso acaba fazendo com que se tornem amigos de uma vida. 

A surpresa fica para o final do filme que relata a vida dos dois nos dias atuais. Um filme francês pra quem gosta de se emocionar, rir e se divertir muito - simplesmente ENCANTADOR!

Abaixo segue o filme completo - bom filme!



Viver em curvas...

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Era vestida de sorrisos: aberto, largo.
De alma leve, espírito livre.
Aquilo que a contrariava logo era esquecido.
Nada a deixava chateada por muito tempo, o que ela queria mesmo era mergulhar no viver.
Sentir as coisas por prazer, sem culpas, amar a tudo e a todos, naquele instante.
Nada era deixado para depois, se cercava de sentimentos nobres, de palavras simples.
Sua presença era notada pelo tom de voz doce, e ao mesmo tempo imponente.
Se alimentava no agora, no hoje, vivia na intensidade do momento.

Elaine Chieppe - 19/07/15

Salve Frida Kahlo / Salve o Estatuto da Pessoa com Deficiência

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No dia em que o Estatuto da Pessoa com Deficiência é sancionado aproveitamos para homenagear Frida Kahlo, que nasceu na mesma data, em 1907. A pintora mexicana que transformou as angústias de sua condição de pessoa com deficiência em arte foi um ícone artístico e referência para o feminismo no mundo. Quando criança, Frida contraiu poliomielite que deixou uma lesão no seu pé esquerdo, e ganhou o apelido de ‘Frida perna de pau’. Mais tarde, em 1925, a artista sofreu um acidente em que teve múltiplas fraturas e precisou fazer 35 cirurgias. Foi nesse período, em que ficou presa à sua cama e com problemas na coluna, que começou a pintar e retratar suas angústias e frustrações em suas criações.

Frida foi uma mulher a frente do seu tempo! Viva a superação das barreiras! Viva o Estatuto da Pessoa com Deficiência!
Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência
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Luana Lourenço e Paulo Victor Chagas - Repórteres da Agência BrasilEdição: José Romildo
Lei de Inclusão prevê …

Uma história pra contar - Eu serei as tuas pernas

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Ali na Marginal, junto à praia, encontrei um casal que tanto se riam e como brincavam! De repente,

Ele baixa-se até ficar de joelhos


em frente a Ela,
sentada na cadeira de rodas
segura-lhe o rosto
com as duas mãos
aproximam os lábios
e beijam-se.
longamente...
Ela depois diz-lhe qualquer coisa
que eu não entendi.
Ele faz que sim
E beija-a de novo.
Depois abraça-a
e começa a levantar-se,
sempre abraçados,
até ficarem de pé.
Seguros um no outro
juntos
Ele roda sobre si
Ela a deixá-lo virar-se
até que fica de costas.
Ele flexiona ligeiramente as pernas
Ela agarra-se ao seu pescoço
e sobe para as costas dele.
Ele segura as pernas magras dela
e vão para a praia.

Campanha - Suzany Martins Ramalho

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Hoje estou aqui por um motivo muito especial, venho divulgar a campanha de um amigo muito querido e íntegro. Segue a historia abaixo. Quem se sensibilizar e puder ajudar é só falar comigo ou com o próprio Marcelo Moryan, segue abaixo! 
"É preciso saber que onde você está é o melhor lugar no mundo, porque você está lá. E não podemos nos separar da realidade do outro. Ou ganhamos todos juntos ou perdemos todos."

Entrevista da Monja Cohen para o jornal A Gazeta
MEUS SONHOS... Já faz um tempo que parei de SONHAR SOZINHO... vi que os meus SONHOS não cabiam todo mundo... que de uma certa forma eles beneficiavam mais a mim que os outros... E muitas vezes realizar um Sonho requer apenas alguns minutos de atenção com o outro... uma conversa amiga por exemplo... Quantos por aí não se confortam apenas em saber que não estão sozinhos? Aos poucos tenho me colocado mais no lugar do OUTRO que no meu devido lugar... e isso todos sabemos NÃO É TAREFA FÁCIL.... Mas quando conseguimos torna-se o “…

"Saudade é o amor que fica"

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Alguns dias atrás li um artigo e gostaria de dividir com vocês o sentido que ele deu pra minha vida: quando penso na palavra amor vem à minha mente - doação, retribuição, transformação - fazer o bem. E a saudade? "Saudade é o amor que fica" - palavras de uma criança com câncer terminal relatada pelo seu médico numa conversa entre os dois. Depois disso o médico disse que mudou de conduta com seus pacientes, ele diz que hoje ouve muito mais o que eles têm a dizer. Só quem tem a sensibilidade à flor da pele recebe a entrega de todo o amor transformador desse anjo que agora está nos braços do pai!



Saia do Trivial - Sempre Existe uma Alternativa

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Quando li esta matéria a primeira coisa que veio a minha cabeça foi: quando você achar que não existe uma saída se REINVENTE, saia do trivial. Use a imaginação, o bom humor - como o próprio nome da peça de Nando Bolognesi diz: Se Fosse Fácil, Não Teria Graça. Leia abaixo e quem puder assista a peça! 
No fim da década de 80, o paulistano Nando Bolognesi levava a vida entre a faculdade, as baladas e o futebol. Durante um intercâmbio na Europa, percebeu que seu corpo não respondia a estímulos imediatos. Primeiro, ele encontrava dificuldade para se equilibrar em uma escada rolante. Logo depois, a desenvoltura com a bola nos gramados parecia coisa do passado e até usar um desodorante se transformou em uma árdua tarefa. 
Portador de esclerose múltipla, Nando buscou a reinvenção e, dali em diante, não parou de se superar. Aposentou o diploma de economia, virou ator e palhaço e, 25 anos depois do diagnóstico, transita entre o cômico, o trágico e o documental na peça Se Fosse Fácil, Não Teria Gr…

Uma História de Superação

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Olá, me chamo Vanderleia, mas carinhosamente sou conhecida como Léinha Santos. 

Sou a caçula de 5 irmãos, aos 8 anos fui diagnosticada com uma patologia conhecida como distrofia muscular do tipo cinturas. Tive que aprender a conviver e superar as dificuldades muito cedo.
Fui criada apenas pela minha mãe e meu irmão mais velho (Adriano), que sempre ajudou na minha criação e educação, além da minha mãe ele é uma das pessoas que eu tenho maior respeito e admiração.
No inicio não foi fácil lidar com tanta dificuldade e informação, até porque tenho na família uma irmã (Vanessa) com a mesma patologia (Distrofia muscular) a distrofia muscular não tem cura nem tratamento medicamentoso, e humanamente falando a medicina praticamente me desenganou.
Dos especialistas que passei ao longo da minha vida, sempre ouvi a mesmas coisas, sempre me falaram tudo que essa doença iria me “roubar” e tudo que eu não seria capaz de fazer.
Mais uma vez fui forte e me preparei para a vida da melhor forma possível, poi…