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Incansável II

Minha gente, quanta falta que sinto de estar mais próxima da blogosfera, de poder dar a devida atenção a todos vocês que sempre deixam seu carinho por aqui. Então vamos às novidades. Mais uma reviravolta na minha vida profissional. Mudei de setor. 

Lembram da minha expectativa do emprego novo no VAH - Vitória Aparte Hospital? Clique aqui incansável I. Pois bem, amanhã faz um mês que estou lá. Fui contratada como atendente no controle de visitas da recepção central mas a minha limitação física para este setor falou mais alto até porque faltava algumas adaptações necessárias como altura adequada do balcão de atendimento, um telefone headset necessário no meu caso, além de toda a agilidade física que deve-se ter quando se lida com atendimento ao público, como: abrir uma gaveta, pegar pastas e cadernos que ficavam fora do meu alcance. Confesso que se a minha mais que esperada cadeira motorizada estivesse chegado, algumas dessas limitações seriam bem menores ou nem existiriam. 

Mas como nada…

Os 12 preceitos que levam à mudança de paradigmas no século XXI

COMO ENTENDER E RESPEITAR A PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Lembre-se de que as pessoas com deficiência são indivíduos próprios. Elas não pertencem a você, à família, aos médicos ou à sociedade. Cada pessoa com deficiência é diferente das outras e que, independente do rótulo que lhe seja imposto para a conveniência de outras pessoas, ela ainda assim é uma pessoa “única”. Não existem duas crianças com síndrome de Down que sejam iguais, ou dois adultos com deficiência auditiva que respondam ou reajam da mesma forma.Elas são pessoas antes de tudo e têm o mesmo direito à auto-realização que quaisquer outras pessoas, no seu ritmo próprio, à sua maneira e por seus próprios meios. Somente elas podem superar suas dificuldades e encontrar a si mesmas.As pessoas com deficiência têm a mesma necessidade que você de amar e ser amado, de aprender, partilhar, crescer e experimentar, no mesmo mundo em que você vive. Elas não têm um mundo separado. Existe apenas um mundo.As pessoas com deficiência tê…

Devotees

Descobri o termo em uma comunidade do orkut e fiquei curiosa para saber mais a respeito. Passei a ler artigos, blogs e afins, além de discutir o assunto com alguns devotees via MSN. Ainda serei uma pesquisadora profissional heheehe. Nem sempre reconhecemos um devotee de cara, até porque não vem escrito na testa de ninguém, mas com uma conversa dá pra constatar e tirar algumas conclusões. O que não pode acontecer é nos privarmos de conhecer pessoas que possam nos satisfazer emocionalmente. 
O importante é diferenciarmos a pessoa que é um devotee por apreciar a diversidade humana, que deseja sair do óbvio, do certinho, do convencional, para o devotee patológico que só tem olhos e tesão para a deficiência com seus aparatos: cadeira de rodas, muletas e aparelhos ortopédicos. Por tudo que já li cheguei a conclusão que ser um devotee não é doença, a não ser em casos restritos que ultrapassa o bom senso como já disse. No texto abaixo teremos a definição de devotee e suas ramificações com uma …

Incansável I

Depois de percorrer lugares, salas e pessoas, na busca de uma colocação no mercado de trabalho - aqui estou como a mais nova contratada do Vitória Apart Hospital, vaga oferecida para PCD (Pessoa com Deficiência) através de um Projeto deles intitulado "Portas Abertas". Serão oito horas diárias, de segunda a sábado. Todos se mostraram muito receptivos e interessados em se adequar às necessidades do deficiente. Um diferencial importante e necessário quando se fala em seleção de Pessoas com Deficiência para o mercado de trabalho. Ao meu ver gera-se oportunidade quando se acredita no potencial da pessoa, através de um conjunto: análise de currículum, dentre outros aspectos psicológicos desenvolvidos em uma entrevista. 

É importante atentar-se para a deficiência não como uma característica exclusiva de limitação e sim de que forma o empregador pode adaptar a pessoa em uma função que ele seja apto e que esteja de acordo com suas condições físicas. Quando isso acontece, a limitação, …

Faça acontecer

A vida exige que sejamos pessoas com habilidades de nos relacionar, de compreender e respeitar o limite de cada um. E isso só será possível quando o olhar para a diversidade for uma fonte de relações prazerosas e frutíferas. Dar abertura para novas oportunidades é um aprendizado de receber e reconhecer o outro como ele é. 

30/04/11 - Elaine Chieppe

Campanha

O movimento "Essa vaga não é sua nem por um minuto", surgiu de uma iniciativa de mobilização da agencia TheGetz para chamar atenção da sociedade sobre a necessidade de respeito às vagas de estacionamento para pessoas com deficiência.
A idéia ocorreu depois de um incidente de desrespeito a um deficiente em um estacionamento de um supermercado em Curitiba.  O movimento também ganhou um vídeo criado pela agência que está sendo divulgado pelas redes sociais.
A principal desculpa de quem estaciona nas vagas exclusivas para deficientes e idosos é o pouco tempo de permanência no local. Então, a TheGetz colocou cadeiras de rodas nas vagas normais e fez o registro da reação das pessoas em um estacionamento de Curitiba. Além da divulgação nas redes sociais o vídeo pode ser visualizado logo abaixo ou direto do blog do movimento (clique aqui).
Vamos divulgar esse vídeo, uma grande sacada da agência. 

Distrofia muscular

Sou distrófica e tenho uma irmã com distrofia também. Muitas pessoas perguntam se somos gêmeas mas não somos. Tanto que o tipo de distrofia dela está mais avançada que a minha e temos uma diferença de idade de dez anos. 
Nascemos normais e com o passar do tempo, na época em que a criança começa a se firmar para começar a dar os primeiros passos é que ficou claro que tinha algo de errado. Não tínhamos força nescessária para ficarmos de pé. 
Como essa nova realidade apareceu primeiro em mim, por ser a mais velha entre os três irmãos, fui a cobaia aqui de casa. Muitas viagens e exames foram realizados na época. Mas foi com a biópsia feita no Hospital Sarah Kubitschek de Brasília que diagnosticou-se o problema. Distrofia Muscular Congênita(clique aí para ler um artigo sobre esse tipo de distrofia). 
E o médico fez um alerta: se minha mãe viesse a ter outra menina, correria o risco de vir do mesmo jeito. Depois de cinco anos nasce meu irmão Eduardo - normal. Dois anos depois chega ao mundo m…